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João Rock: tudo o que rolou no festival em Ribeirão Preto

Atualizado: 10 de jun.

Confira os momentos mais marcantes do festival, que agitou o interior com quase 14 horas de shows. 


No último sábado, 08 de junho, Ribeirão Preto foi palco de uma das maiores celebrações da música brasileira: o João Rock 2024. O festival, que já se consolidou como um dos eventos mais esperados do ano, trouxe uma mistura vibrante de ritmos e gerações, encantando milhares de fãs em quase 14 horas de agito.


Palco João Rock - Principal

 

Palco João Rock - Principal. (Imagem: Filipe Carvalho/ Dois Minutos)

 

O Palco João Rock, o principal do evento, começou com uma eletrizante Batalha de Rimas, que aqueceu o público para uma sequência de shows memoráveis. Os grandes vencedores do Concurso de Bandas, Kauze e Matuto S.A, subiram ao palco mostrando todo o seu talento e energia.


Marina Sena trouxe seu estilo único e conquistou a plateia com sua presença cativante. Em seguida, Armandinho levou seus clássicos do reggae para o palco, fazendo todos cantarem juntos.


Os Detonautas animaram o festival com seu rock, hoje mais voltado para acústico e dividiram o palco com o cantor Badauí, da banda CMP22, na música “Só Por Hoje”. Além de uma linda homenagem a Lulu Santos, o cantor precisou cancelar a sua apresentação no festival por problemas de saúde, com a canção “Apenas mais uma de amor”. 


Seguidos pelo carisma de Samuel Rosa, que relembrou sucessos de sua carreira no Skank e lançou uma música inédita "Segue o jogo". O show dos amados Os Paralamas do Sucesso foi um dos momentos altos da noite, com a banda apresentando um repertório que atravessa gerações, contando com a participação de Samuel Rosa, que voltou ao palco para cantar “Lourinha Bombril (Parate y Mira)”. 


O CPM 22 manteve a energia lá em cima com seus hits de punk rock com direito a roda bate cabeça, preparando o terreno para o trio Djonga, D2 e Um Punhado de Bamba, que trouxe uma fusão de rap e samba e colocou o público do João Rock pra cantar os sambas de Zeca pagodinho e Leci Brandão


A celebração dos 30 anos de Charlie Brown Jr. com Thiago Castanho e Marcão Britto emocionou os fãs com clássicos da banda. A banda ainda trouxe uma novidade nos palcos do CBJR, as duas baterias de Bruno Graveto e Pinguim Ruas. E fechando o time, os vocais ficam por conta de Egypcio, ex-Tihuanna, atual CALI. E claro, uma linda homenagem para Champignon e Chorão. Thiago Castanho lembrou da constante saudade dos companheiros, que morreram em 2013.


"Não tem um dia que passe na minha vida, eu vou falar pra vocês, não tem um dia que passe que eu não penso no Chorão e no Champignon, nem um dia, muita saudade", disse.


Ainda, o show contou com a participação de Rafael Carleto, da banda Viva F3, a banda faz tributo ao CBJR, no Paraná. 


Para fechar com chave de ouro, Emicida e Pitty subiram ao palco e mesmo depois de problemas técnicos, entregaram uma performance poderosa que combinou rap e rock no projeto “Travessia”


Palco Brasil – Lendas Vol. 1

 

Palco Brasil - lendas Vol.1 . (Imagem: Filipe Carvalho/ Dois Minutos)

 

No Palco Brasil – Lendas Vol. 1, a noite foi dedicada aos ícones da música brasileira. Freon Rock, vencedora do concurso "ÉPra Cantar", abriu os trabalhos com uma performance marcante.


O lendário 14 Bis trouxe suas harmonias inconfundíveis, seguido pelos Novos Baianos, que agitaram a plateia com seu som tropicalista. Ney Matogrosso hipnotizou a todos com sua presença única e voz poderosa. 


Infelizmente, o cantor Lulu Santos precisou se ausentar do festival, em razão de um mal-estar. O cantor foi internado em um hospital no Rio de Janeiro (RJ), e, felizmente, passa bem, segundo a assessoria dele.


O encerramento ficou por conta de Djavan, que com sua voz suave e repertório de sucessos, embalou a noite com hits como: "Eu te devoro", "Oceano", entre outras canções.


Palco Aquarela

 

Palco Aquarela. (Imagem: Filipe Carvalho/ Dois Minutos)

 

O Palco Aquarela foi um show à parte, destacando grandes talentos femininos da música brasileira. Tássia Reis trouxe sua poesia em forma de rap, enquanto Negra Li emocionou com sua voz potente.


Maria Gadú encantou com suas baladas, e Duda Beat trouxe seu pop envolvente para o festival. Marina Lima encerrou as apresentações com seu estilo inconfundível, celebrando décadas de carreira.


Palco Fortalecendo a Cena

 

Palco Fortalecendo a Cena. (Imagem: Filipe Carvalho/ Dois Minutos)

 

O palco destacou novos talentos e promessas da música. School Of Rock abriu com sua energia jovem, seguida por Ebony e seu rap autêntico. Ryu, The Runner, Wiu, Teto e Veigh completaram o line-up com performances que mostraram o futuro promissor da música nacional.


O João Rock 2024, foi um verdadeiro espetáculo de diversidade musical e cultural, reunindo grandes nomes e novos talentos em uma celebração que ficará marcada na memória de todos os presentes. Ribeirão Preto, mais uma vez, se transformou no epicentro da música brasileira, comprovando que o João Rock é, sem dúvida, um dos festivais mais importantes do país.


Texto por: Gabriela Vieira.

Imagem destaque: Festival João Rock 2024. Produção: Dois Minutos/ Filipe Carvalho.


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